Dez anho
faz que ouvi por primeira vês na expressão Community Informatics e entendi que a promessa da uma sociedades
informática que beneficie a todos fica longe ainda. Na imensa maioria da gente
não tem acesso nos meios digitais, ou não sabe como fazer deles uma
ferramenta da ajuda para seus problemas. Mas,
têm que entender os homens para entender suas máquinas, e pesquisar as maquinas
para liberar os homens.
Por isso se trabalha desde a teoria crítica, os processos da apropriação de recursos da Tecnologia
da Informação e Comunicação, para entender melhor os efeitos da digitalidad em nossa
sociedade, além dos mitos. Se olha a tecnologia informacional desde o sul, desde nos.
Neste blog
se conta o desenvolvimento desta pesquisa, um caminho que começou há sete anhos. Neste passeio solitário encontrei os mais diversos obstáculos, o maior
deles a indiferença.
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